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Com uma grande participação de sócios, familiares e amigos que esgotaram por completo o seu Salão Nobre, a associação viveu, no passado sábado. uma tarde como há muito não acontecia.
Registou-se muita alegria trazida pelos vários grupos de dança e de música da casa com destaque para o estreante grupo de música celta “Os Bardos”, vivendo-se um clima de muita emoção.
Na sessão solene deste aniversário foram entregues diplomas de sócio de mérito ao grande xadrezista da coletividade João Paulo Veloso Marques, e ao grande obreiro da reconstrução do edifício da sede e da dinâmica que imprimiu na vivência da própria Associação o dr. Joaquim Manuel Barros de Sousa.
O ponto alto deu-se, no entanto com a homenagem ao figueirense, ao homem fortemente ligado ao desporto, as artes e a cultura, ao amigo da casa - o sócio José Rolinho Sopas.
Homenagem mais que merecida que só peca por tardia. Feito o elogio do homenageado por Vítor Coelho, este acabou por ler algumas mensagens de grandes e antigos amigos do homenageado uma das quais vinda de Macau. Foi emotivo para todos os presentes, mas fortemente emotivo para o próprio. (Fotos de José António Silva Teixeira)
A secção de Ténis de Mesa da Sociedade Boa União Alhadense vai realizar um treino solidário, aberto à comunidade, na próxima quarta-feira dia 17 de dezembro, pelas 19h30, no pavilhão da EB 2/3 Pintor Mário Augusto, com o objetivo de ajudar os animais que se encontram ao cuidado da Associação GADAFF, angariando alimentos e mantas doados pelos participantes.
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E no domingo seguinte, 21 de dezembro, pelas 16 horas, a SBUA leva a efeito um concerto de Natal com a sua Escola de Música, Ensebles e a Filarmónica da SBU Alhadense, havendo ainda o sorteio de um Cabaz de Natal.
A
Banda da Armada apresentou recentemente diversas obras do compositor
Francisco M. Relva Pereira, fortalecendo o vínculo entre a criação
musical contemporânea e a memória histórica nacional.
No
passado dia 9 de novembro, em Santana – Figueira da Foz, a
prestigiada Banda da Armada executou duas obras do referido
compositor, no âmbito do encerramento das comemorações do 131º
aniversário da Banda de Santana, onde o compositor referido é
maestro.O
momento revelou-se histórico em vários sentidos. Uma das obras
interpretadas foi “Santana Nova Freguesia”, tocada e cantada
juntamente com os elementos da Banda de Santana, peça que
permanecera em arquivo desde a extinção da antiga freguesia. A
segunda obra apresentada foi o poema descritivo “Ao Rei Fundador”,
dedicado a D. Afonso Henriques e ao Tratado de Zamora, acompanhada
por narração.
Mais
recentemente, no dia 29 de novembro, no Teatro São Luiz, em Lisboa,
durante o Concerto de Portugal, da Restauração e da Independência
Nacional, integrado na Gala da Sociedade Histórica da Independência
de Portugal (SHIP), a Banda da Armada, sob a direção do Maestro
Capitão de Fragata Délio Gonçalves, voltou a interpretar uma obra
de Francisco M. Relva Pereira, maestro e compositor natural de Ançã.
A
peça apresentada, de forte carácter narrativo e visual, ultrapassa
o domínio musical tradicional. Trata-se de um verdadeiro poema
sinfónico, com elementos programáticos que evocam episódios
marcantes da história de Portugal. A sua construção artística,
simultaneamente evocativa e descritiva, proporciona ao público uma
experiência imersiva, ligando-o ao passado glorioso da nação e
prestando um tributo profundo ao seu Rei fundador.
Além
da interpretação da sua obra, importa destacar que o compositor
Francisco M. Relva Pereira foi convidado pela Sociedade Histórica da
Independência de Portugal (SHIP) a estar presente na gala, uma vez
que é Consultor para a área da música desta prestigiada
instituição. O compositor teve assim o privilégio de assistir à
execução da sua obra, que, no final, foi calorosamente aplaudida e
ovacionada de pé pelo público, num reconhecimento claro do valor
artístico e simbólico da composição.
No
dia 1º de dezembro, no exercício das funções que assumiu na
Sociedade Histórica da Independência de Portugal, o compositor
Francisco M. Relva Pereira marcou presença na Tribuna Oficial,
acompanhando as cerimónias protocolares nacionais das comemorações
da Restauração.
Durante
a tarde, voltou a ocupar lugar na Tribuna, desta vez no XII Desfile
Nacional de Bandas, onde esteve em representação da SHIP e da
Confederação Musical Portuguesa, reforçando a ligação
institucional entre estas entidades e o movimento bandístico
nacional. (Texto de António
Parreiral)