A Misericórdia – Obra da Figueira informa os interessados que a entrega de senhas para a distribuição simbólica de pães e cravos, a efetuar no dia 13 de junho, terá lugar nos dias:
1 (segunda-feira), 2 (terça-feira) e 3 (quarta-feira) de junho, das 10 às 17 horas, na receção no Largo
Silva Soares.
Cada pessoa terá direito a levantar uma senha para pão e outra para cravo.
A
Sociedade Filarmónica Dez de Agosto promove amanhã, sábado dia 30,
mais um encontro dedicado à saúde, ao bem-estar e, desta vez,
também ao voluntariado.A
sessão realiza-se às 17h00, na sua sede na Rua das Rosas n.º 45,
Figueira da Foz.
Num
ambiente informal e de partilha, os participantes poderão ouvir
Paulo Ferreira, médico especialista em Medicina Interna e presidente
da Assembleia Geral da Sociedade Filarmónica Dez de Agosto, que
abordará a importância de cuidar da saúde hoje para viver melhor,
durante mais tempo e com maior qualidade de vida.
No
ano em que se assinalam os 50 anos do voluntariado em Portugal, Paula
Figueiredo, psicóloga clínica e responsável pela Bolsa de
Voluntariado da Câmara Municipal da Figueira da Foz, falará sobre a
organização e articulação do voluntariado no concelho, bem como
sobre o impacto positivo desta prática, tanto para quem a exerce
como para quem dela beneficia.
A
sessão contará igualmente com o testemunho de Sofia Oliveira,
licenciada em Serviço Social e atualmente estudante de doutoramento.
Com várias experiências de voluntariado no seu percurso, destacará
uma missão realizada em 2024, na África do Sul, partilhando de que
forma esta vivência lhe deixou memórias inesquecíveis.
No
encerramento do evento, será projetada uma mensagem pessoal enviada
pela apresentadora de televisão Fernanda Freitas, nomeada, em 2011,
Presidente Nacional do Ano Europeu do Voluntariado.
Carlos Eurico Ferreira da Silva, 84 anos, natural do Paião, cursou a Escola do Magistério Primário e é licenciado em Filosofia. E com a sua experiência de professor tem uma frase curiosa - “A ensinar também se aprende”!
Reside agora na Figueira da Foz, e explica o lançamento deste seu livro:
“Vida que Vivi”, o meu livro, são pedaços de existência. As brincadeiras de garoto, a escola, as tareias e os saberes de então.
Aspetos simples das atividades económicas, alfaiataria, ferraria, mobiliário. A Escola do Magistério e a minhas escolas: principalmente a primária e secundária. Mas também apontamentos do antigo 7° ano dos liceus, estudado nas férias, e a vida militar, que não apreciei, bem como a guerra na Guiné.Sem esquecer Seiça, a lavoura, a vindima e o vinho e a aguardente, e outras recordações. São mais de 60 títulos. Em linguagem simples, tal como a vida há 6 ou 7 décadas.”
O livro “Vida que Vivi” do professor / doutor Eurico Silva vai ser lançado no próximo sábado, 30 de maio, pelas 16h30, na Sala de Leitura da Biblioteca Municipal da Figueira da Foz, com a apresentação do jornalista Carlos Gamito.
E será depois também apresentado no sábado de 6 de junho, na Casa da Música no Paião, pelas 17h30, com apresentação do dr. Abílio Travessas.
A
Sociedade Filarmónica Dez de Agosto promove no próximo sábado, dia
23 de maio, uma manhã dedicada à cultura, à história e ao
bem-estar, com destaque para a palestra do Dr. Marco Penajoia,
especialista que abordará a importância do Rio Mondego na história
e no desenvolvimento da Figueira da Foz.
Marcada
para as 11h30 na sede da coletividade - Rua das Rosas nº 45 na
Figueira da Foz - a sessão permitirá aos participantes conhecer
melhor a ligação histórica entre o Mondego e a cidade,
particularmente ao nível das atividades portuárias, bem como os
contributos da arqueologia náutica para a compreensão da evolução
da Figueira da Foz ao longo dos séculos.
Marco
Penajoia, natural da Figueira da Foz, integra a equipa técnica do
Museu Municipal Santos Rocha e colabora como investigador no CHSC-UC
da Universidade de Coimbra. A sua atividade de investigação
centra-se na arqueologia do Baixo Mondego.
Colaborou
em projetos de obras públicas, tendo integrado a equipa de
fiscalização do Departamento de Engenharia Civil da Universidade de
Coimbra.
Foi
premiado pela Academia Portuguesa da História e distinguido pela
FLUC com a obra A
Questão Portuária em torno de Montemor-o-Velho: Estudo de
Arqueologia.
Obteve ainda uma menção honrosa no Programa Newton, promovido pelo
Instituto Pedro Nunes e pelo Turismo de Portugal. Em 2013, integrou o
painel de conferencistas do Seminário de Arqueologia Naval e
Subaquática, integrado na 15.ª Semana Cultural da Universidade de
Coimbra.
Com
o Professor Rui Cascão, é coautor do recente livro sobre o Porto da
Figueira da Foz.
Antes
da palestra, decorrerá a caminhada “Pelo Coração”, aberta à
comunidade, com início às 10h00 junto à Torre do Relógio. O
percurso terminará na sede da Sociedade Filarmónica Dez de Agosto,
onde, após um café e um momento de convívio, terá início a
palestra.
Todos
os programas de animação musical que os lares da Misericórdia -
Obra da Figueira proporcionam a todos os utentes residentes, têm-se
revelado uma mais-valia ocupacional com os extraordinários
benefícios da música para idosos, porque é uma aposta para mudar a
maneira como essas pessoas aproveitam a melhor idade. A música é
capaz de aumentar a liberação de endorfina, uma substância
responsável pela sensação de felicidade, bem-estar e prazer.
Perante
toda esta realidade foi recentemente realizado um protocolo com o
músico Fernando Sá, um excelente músico, professor e com um
carisma humanitário revelador da boa pessoa que é, com muito afeto
e dedicado aos utentes no ensino da música, dar a conhecer os
instrumentos e o canto também é utilizado em diversas terapias para
amenizar sintomas depressivos, falta de concentração, sintomas de
ansiedade e estímulo cognitivo
A
musicoterapia para idosos utiliza a música para estimular a
cognição, a memória e a expressão emocional. As atividades
incluem cantar, tocar instrumentos, exercícios de respiração,
escuta ativa e dança rítmica. Estas práticas melhoram o humor,
reduzem o stresse, combatem o isolamento e auxiliam na mobilidade. As
sessões e atividades de musicoterapia são desenvolvidas de acordo
com as necessidades motoras, cognitivas e sociais de cada pessoa ou
grupo
Musicoterapia
é para todos, não só para os mais idosos. Os benefícios das
atividades de musicoterapia podem ser particularmente interessantes
para: adultos; para controle do stresse e o tratamento de certas
patologias físicas e mentais, promove o bem-estar físico e mental e
ajudam a enfrentar as mudanças (físicas e psicológicas) que
decorrem da idade, nomeadamente, a perda auditiva.
O
professor Fernando Sá, nos programas que está a desenvolver nos
lares da Misericórdia da Figueira, conta com sessões de
musicoterapia, nomeadamente, ouvir música, tocar um instrumento,
fazer exercícios vocais e de respiração, ouvir sons com diferentes
frequências e partilha de sentimentos perante audição de uma
música.
Neste
sentido, a musicoterapia é mais um canal para beneficiar a pessoa
idosa na prevenção, reabilitação e/ou recuperação, promovendo a
saúde. Em tom conclusivo, as sessões músicaterapêuticas com esta
população assumem como objetivo principal desenvolver ou melhorar
competências, sejam elas pessoais, interpessoais ou sociais, através
de experiências musicais em grupo e/ou individuais, procurando
restituir ao idoso a capacidade de crença em si mesmo e nas suas
potencialidades.
Para os cerca de 150 seniores residentes nos lares de Santo António e Silva Soares, na Misericórdia - Obra da Figueira, o grupo musical da Tribo da Dança levou no passado sábado a este grupo de pessoas momentos de muita alegria, emoção e saudades também porque os bailes foram períodos muito intensos na sua juventude e que deixou excelentes marcas para a vida.
Esta iniciativa que se insere na programação de animação da Instituição, foi uma excelente oportunidade de levar alegria e afeto a toda aquela gente que vive intensamente um dia de cada vez e que lhes traz sempre boas recordações.
Isto só foi possível graças ao esforço e dedicação das animadoras Sara Romão e Daniela Grilo, que envolveram a Assembleia Figueirense, Instituição parceira da Misericórdia - Obra da Figueira, onde Tribo da Dança está sediado desde 2009, que tem como mentor Pedro Folques, que se disponibilizaram de imediato para atuar nos dois lares.
Este grupo de danças de salão, residente na Assembleia Figueirense, onde
iniciaram o ensino da dança, ramificaram essa salutar experiência para o Centro Bairro Norton de Matos e Escola D. Dinis (em Coimbra) tendo nesta altura cerca de 150 alunos distribuídos por 12 turmas de diferentes níveis.
O objetivo são aulas e eventos de danças latinas, como Salsa e Bachata, Som
Cubano, Merengue, Chá-chá-Chá, Kizomba e outros ritmos quentes em que a
música é fértil, promovendo também, como foi agora o caso, momentos de convívio e dança, porque as aulas são acessíveis a todas as idades, níveis de experiência e condições físicas, com o objetivo de promover a socialização e o exercício físico.
A Dança é uma atividade sociocultural direcionada também à população idosa, que dinamiza momentos ocupacionais e lúdicos, que promove a saúde e o bem-estar, a autoestima e que lhes proporciona maior qualidade de vida.
A Sociedade Filarmónica Dez de Agosto promoveu recentemente uma iniciativa de âmbito desportivo que incluiu uma palestra proferida por Pedro Mota Curto.Na sua intervenção, o professor de História explicou a vida e obra de João de Barros, figueirense e patrono da Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos João de Barros, estabelecendo uma ligação entre esta "personalidade e as profundas transformações políticas, pedagógicas e sociais ocorridas em Portugal e no mundo ao longo da sua vida".
Ainda durante o dia e integrada nas comemorações do Mês do Coração, teve lugar uma aula de dança aeróbica, orientada pela professora Alda Rodrigues, que contou com uma significativa participação. A atividade promoveu convívio e alertou para a adoção de hábitos de vida saudáveis.
Refira-se que Sociedade Filarmónica Dez de Agosto "reforça o seu papel como espaço de dinamização cultural, promoção da saúde e valorização da participação comunitária".
Com a fundação das congregações marianas, no ano 1725, o costume se ampliou enormemente, difundindo-se por toda a Igreja. A motivação era para que em cada família se fizesse um altar em honra à Nossa Senhora e se rezasse a ela todos os dias do mês de maio. Há décadas que a Misericórdia Obra da Figueira se associa a esta iniciativa de afeto, carinho e amor a Nossa Senhora, enfeitando as imagens existentes nas diversas valências da Instituição.Este ano, a mentora dos arranjos florais dos andores coube a Olívia Rolo que, no Lar de Santo António, coadjuvada por Odete Reis e Sara Romão, deixaram a imagem de Nossa Senhora uma verdadeira maravilha.
Há vários séculos que a Igreja Católica dedica o mês de maio para honrar a Virgem Maria, mãe de Deus e nossa mãe. Esta ideia de ter um mês inteiramente dedicado a Maria remonta ainda aos tempos do Barroco e hoje as formas pelas quais Maria é honrada são tão variadas como as pessoas que a honram.
Maria, a mais humilde entre as mulheres, é não apenas o modelo para toda a mulher, mas para todos os cristãos, porque a Santíssima Virgem Maria é para sempre a Rainha do céu e da terra, e não há santidade sem Maria, porque toda ela leva a Cristo.
Mais, na época medieval abundaram costumes similares, tudo centrado na chegada do bom clima e o afastamento do inverno. O dia 1º de maio era considerado como o apogeu da primavera.
Caminhadas e palestras marcam Mês do Coração!
Durante os meses de maio e junho, a Sociedade Filarmónica Dez de Agosto em parceria com a Junta de Freguesia de S. Julião da Figueira da Foz, promovem um conjunto de atividades dedicadas à promoção da saúde e do bem-estar, assinalando o “Mês do Coração”. A iniciativa integra caminhadas temáticas e duas palestras.O programa arranca no dia 9 de maio, com a primeira de três caminhadas, às 10 horas, junto à Torre do Relógio, celebrando a vida e obra de João de Barros. Assim, está prevista uma paragem junto ao monumento do Dr. João de Barros, na marginal, onde terá lugar uma tertúlia de memórias conduzida pelo Dr. Pedro Mota Curto, professor de História, antigo diretor de agrupamentos durante cerca de 30 anos e autor de várias obras publicadas.
Os percursos, acessíveis à comunidade, combinam atividade física, convívio e momentos culturais. A organização destaca que estas caminhadas pretendem incentivar hábitos de vida saudáveis, ao mesmo tempo que promovem a valorização do património local. A participação está aberta ao público, sendo recomendada a utilização de roupa confortável, nomeadamente t-shirt branca ou vermelha, calçado adequado e proteção solar.
No dia 30 de maio, pelas 17 horas, realizar-se-á na sede da coletividade a palestra “Cuidar hoje, viver melhor amanhã”, orientada pelo médico Paulo Ferreira. A sessão, moderada por Sansão Coelho, abordará temas ligados à prevenção e qualidade de vida, incluindo ainda uma reflexão sobre o voluntariado, assinalando os 50 anos desta prática.
O ciclo de atividades encerra a 6 de junho com uma caminhada especial, subordinada ao tema “Equilíbrio Vital: Os 5 Pilares da Saúde”, sob a responsabilidade de Margarida Amaral. A iniciativa inclui uma breve abordagem teórica, um percurso com momento de meditação e um almoço inspirado na dieta mediterrânica.
Com este programa, a Sociedade Filarmónica Dez de Agosto e a Junta de Freguesia de S. Julião da Figueira da Foz reforçam o seu compromisso com a promoção da saúde, incentivando a comunidade a adotar estilos de vida mais equilibrados e conscientes. As inscrições podem ser efetuadas diretamente na sede da coletividade e da Junta de Freguesia, bem como através dos contactos disponibilizados pela organização.
Equipa de Intervenção Direta (EID) da Associação Fernão Mendes Pinto promoveu, no dia 28 de abril de 2026, uma atividade de carácter solidário intitulada “Corte Social”, em parceria com a Barbearia Peixoto localizada na Rua Fernandes Coelho nº 39, na Figueira da Foz.
Esta iniciativa teve como principal objetivo contribuir para o bem-estar e valorização pessoal dos utentes acompanhados pela equipa, proporcionando-lhes cuidados de higiene e imagem, fundamentais para a autoestima e inclusão social. No total, foram realizados quatro cortes de cabelo a utentes, num ambiente de proximidade, respeito e dignidade.
A atividade contou com a colaboração voluntária da Barbearia Peixoto, que se associou a esta causa social, demonstrando o papel importante que o tecido empresarial local pode desempenhar na promoção de ações solidárias junto da comunidade.
A Associação Fernão Mendes Pinto destaca a importância deste tipo de iniciativas, que, embora simples, têm um impacto significativo na vida dos beneficiários, reforçando laços sociais e promovendo a sua integração.
A EID agradece à Barbearia Peixoto pela disponibilidade e generosidade demonstradas, sublinhando que parcerias como esta são fundamentais para continuar a desenvolver respostas eficazes e humanizadas junto da população mais vulnerável.