domingo, 21 de junho de 2026

Apresentação do livro Vida que Vivi de Eurico Silva lida pelo jornalista Carlos Gamito

Texto do jornalista Carlos Gamito na apresentação do livro Vida que Vivi do doutor Eurico Silva, que ocorreu na Figueira da Foz no dia 30 de maio no Museu Municipal Dr. Santos Rocha no transato dia 30 de maio:
Carlos Gamito com Eurico Silva
 

Considero a VIDA QUE VIVI, de Eurico Silva. um fascinante e arrebatador livro escrito com palavras cheias de palavras.

Cumprimento, cordialmente, V. Exas.

Ao Dr. Eurico Silva endereço um amistoso abraço de elevada admiração.

Antes de continuar, questiono-me: será que esta cadeira deve estar a ser ocupada por mim?! Mas por estar, confesso-me sensibilizado e não menos honrado com o gentil convite com que fui obsequiado pelo autor do livro Vida que Vivi, o Dr. Eurico Silva.

Num primeiro momento deixo uma sintética reflexão sobre as memórias do nosso passado.

Considero que o passado de todos nós guarda momentos e sentimentos representativos de uma substantiva parcela do capital humano, pelo que acariciar, estimar e preservar todas as imagens que ofereceram corpo e vida à estrada que calcorreámos, nem sempre com passos curtos, como deveriam ter sido, e que deveriam ter sido curtos porque a nossa “hospedagem” neste planeta Terra é muito, muito breve, só nos sobrando por isso, caminhar devagar e sem pressa, sendo essa a forma de ir adiando a finitude sombria que impiedosamente na espera.

Deixada a apressada reflexão, debruço-me agora sobre o livro aqui em apresentação: Vida que Vivi.

É um documento autobiográfico escrito e elaborado com mestria e denso saber. Nele estão palavras esculpidas com o cinzel da mestria, do saber e da sensibilidade do autor.

Em cada sílaba desprende-se uma suculenta fragrância que nos oferece uma doce sensação olfactiva envolta no aroma da saudade. Sendo a saudade um sentimento assente no pilar da melancolia, da angústia e da tristeza.
Paradoxalmente, é também um sentimento capaz de abrir recônditos alçapões silenciosos que nos sorriem, mas que acima de tudo desnudam a nossa própria capacidade de amar.

Exatamente assim, a saudade é um braço do amor, e só ama quem sabe sofrer, porque no seio do amor também habita o colérico e execrável desamor, e, esse sim, com desumana capacidade de provocar sofrimento.

Mas ainda sobre a nobreza do amor recordo que é um sentimento que está comodamente sepultado numa poltrona aveludada e debruada a ouro, mas, simultaneamente, incrustada em cardos selvagens, silvas agressivas e outros espinhos que nos rasgam a pele e ferem a alma.

Entendo que V. Exas. se questionem sobre o porquê desta minha referência ao amor.

Pois bem, evoquei o amor porque conheço a enorme responsabilidade que encerra a publicação de textos, seja em que formato for: livros, revistas, jornais ou qualquer outro veículo, e na referida responsabilidade de quem escreve para o público, devo sublinhar a exposição a que o autor se sujeita.

Fazer ecoar palavras escritas num universo para além do próprio autor é, em consciência, assumir o compromisso de saber gerir a crítica destrutiva e saber ser humilde ante a crítica construtiva, e essa delicada gerência revela uma sólida e imaculada essência onde a nobreza de carácter – esta de mãos dadas com o amor –, definem o quão é grande a capacidade do autor.

E a demonstração da sua grandeza, a grandeza do autor, fica patente na partilha da obra que, com esforço, empenho, carinho e substantivo amor, a produziu.

Sem que seja meu propósito entediar este brilhante evento, adianto que proferi estas magras, mas sentidas palavras, na sequência da leitura das páginas devidamente capituladas do livro Vida que Vivi.

A obra relata lugares que impõem silêncios absolutos, inteiramente enovelados na mais profunda contemplação, mas também mostra retratos escritos e emoldurados na recordação de pessoas que participaram em momentos vividos com o Dr. Eurico Silva.

Considero a Vida que Vivi um fascinante e arrebatador livro escrito com palavras cheias de palavras.

Palavras inteiras.

Palavras vestidas de silêncio.

Mas um silêncio com voz.

É a voz das palavras iluminadas pela luz cristalina que mostram a capacidade de formar sílabas e, com elas, apresentar distintas obras literárias.

São as palavras escritas pelo Dr. Eurico Silva.

São palavras que descrevem vivências do passado, mas que, por serem perenes, se perpetuarão na vida futura do Dr. Eurico Silva.

Antes de terminar, deixo um testemunho: retive capítulos do livro que, pela exímia construção frásica, me fascinaram e sensibilizaram, e de entre eles, destaco três. A saber: E Eu? (página 247), Os Lusíadas e o Disléxico (página 271), e Dia 8 de Dezembro (página 285).

São narrativas genuínas e cujos conteúdos ainda ecoam no meu já gasto coração, o que me impele a recomendar vivamente a sua leitura sem, naturalmente, querer mutilar a leitura de todas as outras crónicas capituladas na obra.

E agora, um detalhe informativo direcionado às pessoas que não navegam nas águas das artes gráficas: atendendo a que a edição de um livro obriga a várias fases para a sua publicação, verifica-se que, para além do encontro do autor consigo próprio, ou seja, o seu isolamento requerido pela concentração necessária para a elaboração de textos, é absolutamente imprescindível formar uma equipa de trabalho repartido respetivamente entre a revisão da redação, a paginação e, por fim, a impressão gráfica da obra. Ora, no âmbito dessas tarefas, felicito a Dra. Maria da Conceição d’Alte e a Dra. Sónia Varela, pela árdua tarefa que abraçaram e que visou a exaustiva revisão das peças das mais de três centenas de páginas que compõem o livro Vida que Vivi.

Também saliento, com muito agrado, a excelente modernidade utilizada pelo profissional José Carlos Cardoso, responsável pela criação do design gráfico que, com um elegante traço artístico, empresta uma notável cobertura estética à obra.

Agradeço a atenção de V. Exas. e findo a minha intervenção com uma sugestão que endereço ao Dr. Eurico Silva: Doutor, aceita que abramos um espaço interativo com o objetivo de eu e os presentes formularmos perguntas dirigidas ao Senhor?

Muito bem, agradeço-lhe a disponibilidade.

Terminado o diálogo, darei a palavra aos convidados que entendam intervir e, desse modo, julgo que será encerrada a sessão do lançamento da obra Vida que Vivi.

Sou de opinião que este espaço interativo servirá de charneira para franquear as portas onde espreitam ruas, ruelas, becos e azinhagas que irão oferecer céu aberto à vida do livro Vida que Vivi.

Chamo a mim a primeira pergunta que endereço ao Dr. Eurico Silva:

Dr. Eurico Silva, escavar as suas memórias e escrevê-las com o aparo da caneta mergulhado no tinteiro da saudade, terá sido com certeza deveras emotivo, pelo que lhe pergunto se nalgum momento foi vencido pela emoção e sentiu o sabor salgado das lágrimas a beijarem-lhe a boca?

Dr. Eurico Silva, uma segunda questão: se o tempo fosse mecânico e por isso manipulável, pergunto-lhe: se hoje encontrasse o Eurico Silva com 13/14 anos, que conselhos lhe daria?

Dr. Eurico Silva, uma última pergunta que é um perfeito cliché: no plano literário, que projetos tem para o futuro?

Finalmente terminei, agora apelo à assistência que coloque as suas questões ao autor da obra Vida que Vivi.

Reitero o meu exaltado agradecimento e vamos ficar a aguardar um novo livro da saga literária do Dr. Eurico Silva.”

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Escola João de Barros da Figueira da Foz diversifica destaques que vão do Ténis de Mesa a um 1.º lugar num concurso de Francês!

A Escola Básica Dr. João de Barros alcançou um brilhante destaque nos Campeonatos Nacionais Escolares de Iniciados que decorreram entre os dias 28 e 30 de maio nos concelhos de Estarreja, Águeda e Albergaria-a-Velha. A comitiva da instituição da Figueira da Foz brilhou intensamente na modalidade de ténis de mesa, elevando as cores da escola através do talento competitivo e dos valores desportivos das suas duas alunas representantes.

A jovem atleta Maria Inês Monteiro assinou uma prestação de enorme qualidade e resiliência ao conquistar o 5.º lugar na classificação final da prova individual.

Para além do sucesso desportivo nas mesas de jogo, a Escola Dr. João de Barros somou pontos no capítulo do fair play e da dedicação à engrenagem da prova.

A aluna Filipa Rocha integrou a equipa oficial de arbitragem e mereceu rasgados elogios pela sua postura. A jovem juíza-árbitra registou um comportamento verdadeiramente exemplar, conduzindo as partidas com rigor, imparcialidade e respeito pelos atletas.

Os Campeonatos Nacionais Escolares, promovidos pela Direção-Geral da Educação, reafirmaram-se como uma autêntica festa da juventude e dos valores do desporto.

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Por sua vez, foi com enorme orgulho e satisfação que a a escola divulgou que alunos do Clube de Francês do 6.º Ano conquistaram o 1.º Prémio no Concurso da Associação Portuguesa de Professores de Francês (APPF). Os alunos do Clube de Francês do 6.º ano são dinamizados pela Assistente de Francês, Letícia Gonçalves, os quais, durante o 3.º período, participaram com dois trabalhos no concurso promovido pela APPF, tendo alcançado o 1.º Prémio na categoria “2.º Ciclo”.

Em comunicado, a Escola João de Barros resume:

“Este resultado reflete o empenho, a criatividade e o entusiasmo demonstrados pelos alunos ao longo do projeto. Com dedicação e espírito de equipa, os participantes desenvolveram um trabalho de grande qualidade, evidenciando não só os conhecimentos adquiridos na língua e cultura dos dois países, mas também competências de comunicação e expressão artística.

A distinção atribuída pela APPF constitui um reconhecimento do mérito dos alunos e do excelente trabalho realizado no âmbito do Clube de Francês. Este prémio é igualmente motivo de orgulho para toda a comunidade educativa, que acompanha e incentiva o desenvolvimento de projetos enriquecedores e inovadores.”

sexta-feira, 29 de maio de 2026

Distribuição de senhas para os pães e cravos no Lar de Santo António decorre do dia 1 a 3 de junho

A Misericórdia – Obra da Figueira informa os interessados que a entrega de senhas para a distribuição simbólica de pães e cravos, a efetuar no dia 13 de junho, terá lugar nos dias:

1 (segunda-feira), 2 (terça-feira) e 3 (quarta-feira) de junho, das 10 às 17 horas, na receção no Largo Silva Soares.

Cada pessoa terá direito a levantar uma senha para pão e outra para cravo.

Médico de Medicina Interna fala este sábado dia 30 de maio de Saúde, Bem-Estar e também de Voluntariado na sede da Dez de Agosto

A Sociedade Filarmónica Dez de Agosto promove amanhã, sábado dia 30, mais um encontro dedicado à saúde, ao bem-estar e, desta vez, também ao voluntariado.
A sessão realiza-se às 17h00, na sua sede na Rua das Rosas n.º 45, Figueira da Foz.

Num ambiente informal e de partilha, os participantes poderão ouvir Paulo Ferreira, médico especialista em Medicina Interna e presidente da Assembleia Geral da Sociedade Filarmónica Dez de Agosto, que abordará a importância de cuidar da saúde hoje para viver melhor, durante mais tempo e com maior qualidade de vida.

No ano em que se assinalam os 50 anos do voluntariado em Portugal, Paula Figueiredo, psicóloga clínica e responsável pela Bolsa de Voluntariado da Câmara Municipal da Figueira da Foz, falará sobre a organização e articulação do voluntariado no concelho, bem como sobre o impacto positivo desta prática, tanto para quem a exerce como para quem dela beneficia.

A sessão contará igualmente com o testemunho de Sofia Oliveira, licenciada em Serviço Social e atualmente estudante de doutoramento. Com várias experiências de voluntariado no seu percurso, destacará uma missão realizada em 2024, na África do Sul, partilhando de que forma esta vivência lhe deixou memórias inesquecíveis.

No encerramento do evento, será projetada uma mensagem pessoal enviada pela apresentadora de televisão Fernanda Freitas, nomeada, em 2011, Presidente Nacional do Ano Europeu do Voluntariado.

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Eurico Silva lança livro “Vida que Vivi” que são pedaços de existência

Carlos Eurico Ferreira da Silva, 84 anos, natural do Paião, cursou a Escola do Magistério Primário e é licenciado em Filosofia. E com a sua experiência de professor tem uma frase curiosa - “A ensinar também se aprende”!

Reside agora na Figueira da Foz, e explica o lançamento deste seu livro:

“Vida que Vivi”, o meu livro, são pedaços de existência. As brincadeiras de garoto, a escola, as tareias e os saberes de então.

Aspetos simples das atividades económicas, alfaiataria, ferraria, mobiliário. A Escola do Magistério e a minhas escolas: principalmente a primária e secundária. Mas também apontamentos do antigo 7° ano dos liceus, estudado nas férias, e a vida militar, que não apreciei, bem como a guerra na Guiné.
Sem esquecer Seiça, a lavoura, a vindima e o vinho e a aguardente, e outras recordações. São mais de 60 títulos. Em linguagem simples, tal como a vida há 6 ou 7 décadas.”

O livro “Vida que Vivi” do professor / doutor Eurico Silva vai ser lançado no próximo sábado, 30 de maio, pelas 16h30, na Sala de Leitura da Biblioteca Municipal da Figueira da Foz, com a apresentação do jornalista Carlos Gamito.

E será depois também apresentado no sábado de 6 de junho, na Casa da Música no Paião, pelas 17h30, com apresentação do dr. Abílio Travessas.

terça-feira, 19 de maio de 2026

A Filarmónica Dez de Agosto viaja na manhã do próximo sábado com caminhada seguida de “sessão histórica” pelo dr. Marco Penajoia

A Sociedade Filarmónica Dez de Agosto promove no próximo sábado, dia 23 de maio, uma manhã dedicada à cultura, à história e ao bem-estar, com destaque para a palestra do Dr. Marco Penajoia, especialista que abordará a importância do Rio Mondego na história e no desenvolvimento da Figueira da Foz.

Marcada para as 11h30 na sede da coletividade - Rua das Rosas nº 45 na Figueira da Foz - a sessão permitirá aos participantes conhecer melhor a ligação histórica entre o Mondego e a cidade, particularmente ao nível das atividades portuárias, bem como os contributos da arqueologia náutica para a compreensão da evolução da Figueira da Foz ao longo dos séculos.

Marco Penajoia, natural da Figueira da Foz, integra a equipa técnica do Museu Municipal Santos Rocha e colabora como investigador no CHSC-UC da Universidade de Coimbra. A sua atividade de investigação centra-se na arqueologia do Baixo Mondego.

Colaborou em projetos de obras públicas, tendo integrado a equipa de fiscalização do Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Coimbra.

Foi premiado pela Academia Portuguesa da História e distinguido pela FLUC com a obra A Questão Portuária em torno de Montemor-o-Velho: Estudo de Arqueologia. Obteve ainda uma menção honrosa no Programa Newton, promovido pelo Instituto Pedro Nunes e pelo Turismo de Portugal. Em 2013, integrou o painel de conferencistas do Seminário de Arqueologia Naval e Subaquática, integrado na 15.ª Semana Cultural da Universidade de Coimbra.

Com o Professor Rui Cascão, é coautor do recente livro sobre o Porto da Figueira da Foz.

Antes da palestra, decorrerá a caminhada “Pelo Coração”, aberta à comunidade, com início às 10h00 junto à Torre do Relógio. O percurso terminará na sede da Sociedade Filarmónica Dez de Agosto, onde, após um café e um momento de convívio, terá início a palestra.

Músicoterapia na Misericórdia Obra da Figueira é uma mais-valia bem estimulada pelo músico Fernando Sá

Todos os programas de animação musical que os lares da Misericórdia - Obra da Figueira proporcionam a todos os utentes residentes, têm-se revelado uma mais-valia ocupacional com os extraordinários benefícios da música para idosos, porque é uma aposta para mudar a maneira como essas pessoas aproveitam a melhor idade. A música é capaz de aumentar a liberação de endorfina, uma substância responsável pela sensação de felicidade, bem-estar e prazer.

Perante toda esta realidade foi recentemente realizado um protocolo com o músico Fernando Sá, um excelente músico, professor e com um carisma humanitário revelador da boa pessoa que é, com muito afeto e dedicado aos utentes no ensino da música, dar a conhecer os instrumentos e o canto também é utilizado em diversas terapias para amenizar sintomas depressivos, falta de concentração, sintomas de ansiedade e estímulo cognitivo

A musicoterapia para idosos utiliza a música para estimular a cognição, a memória e a expressão emocional. As atividades incluem cantar, tocar instrumentos, exercícios de respiração, escuta ativa e dança rítmica. Estas práticas melhoram o humor, reduzem o stresse, combatem o isolamento e auxiliam na mobilidade. As sessões e atividades de musicoterapia são desenvolvidas de acordo com as necessidades motoras, cognitivas e sociais de cada pessoa ou grupo

Musicoterapia é para todos, não só para os mais idosos. Os benefícios das atividades de musicoterapia podem ser particularmente interessantes para: adultos; para controle do stresse e o tratamento de certas patologias físicas e mentais, promove o bem-estar físico e mental e ajudam a enfrentar as mudanças (físicas e psicológicas) que decorrem da idade, nomeadamente, a perda auditiva.

O professor Fernando Sá, nos programas que está a desenvolver nos lares da Misericórdia da Figueira, conta com sessões de musicoterapia, nomeadamente, ouvir música, tocar um instrumento, fazer exercícios vocais e de respiração, ouvir sons com diferentes frequências e partilha de sentimentos perante audição de uma música.

Neste sentido, a musicoterapia é mais um canal para beneficiar a pessoa idosa na prevenção, reabilitação e/ou recuperação, promovendo a saúde. Em tom conclusivo, as sessões músicaterapêuticas com esta população assumem como objetivo principal desenvolver ou melhorar competências, sejam elas pessoais, interpessoais ou sociais, através de experiências musicais em grupo e/ou individuais, procurando restituir ao idoso a capacidade de crença em si mesmo e nas suas potencialidades.

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Tribo da Dança levou danças latinas à Misericórdia Obra da Figueira!

Para os cerca de 150 seniores residentes nos lares de Santo António e Silva Soares, na Misericórdia - Obra da Figueira, o grupo musical da Tribo da Dança levou no passado sábado a este grupo de pessoas momentos de muita alegria, emoção e saudades também porque os bailes foram períodos muito intensos na sua juventude e que deixou excelentes marcas para a vida.

Esta iniciativa que se insere na programação de animação da Instituição, foi uma excelente oportunidade de levar alegria e afeto a toda aquela gente que vive intensamente um dia de cada vez e que lhes traz sempre boas recordações.

Isto só foi possível graças ao esforço e dedicação das animadoras Sara Romão e Daniela Grilo, que envolveram a Assembleia Figueirense, Instituição parceira da Misericórdia - Obra da Figueira, onde Tribo da Dança está sediado desde 2009, que tem como mentor Pedro Folques, que se disponibilizaram de imediato para atuar nos dois lares.

Este grupo de danças de salão, residente na Assembleia Figueirense, onde iniciaram o ensino da dança, ramificaram essa salutar experiência para o Centro Bairro Norton de Matos e Escola D. Dinis (em Coimbra) tendo nesta altura cerca de 150 alunos distribuídos por 12 turmas de diferentes níveis.

O objetivo são aulas e eventos de danças latinas, como Salsa e Bachata, Som Cubano, Merengue, Chá-chá-Chá, Kizomba e outros ritmos quentes em que a música é fértil, promovendo também, como foi agora o caso, momentos de convívio e dança, porque as aulas são acessíveis a todas as idades, níveis de experiência e condições físicas, com o objetivo de promover a socialização e o exercício físico.

A Dança é uma atividade sociocultural direcionada também à população idosa, que dinamiza momentos ocupacionais e lúdicos, que promove a saúde e o bem-estar, a autoestima e que lhes proporciona maior qualidade de vida.

Dez de Agosto promoveu mistura de cultura e desporto!

A Sociedade Filarmónica Dez de Agosto promoveu recentemente uma iniciativa de âmbito desportivo que incluiu uma palestra proferida por Pedro Mota Curto.Na sua intervenção, o professor de História explicou a vida e obra de João de Barros, figueirense e patrono da Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos João de Barros, estabelecendo uma ligação entre esta "personalidade e as profundas transformações políticas, pedagógicas e sociais ocorridas em Portugal e no mundo ao longo da sua vida".

Ainda durante o dia e integrada nas comemorações do Mês do Coração, teve lugar uma aula de dança aeróbica, orientada pela professora Alda Rodrigues, que contou com uma significativa participação. A atividade promoveu convívio e alertou para a adoção de hábitos de vida saudáveis.

Refira-se que Sociedade Filarmónica Dez de Agosto "reforça o seu papel como espaço de dinamização cultural, promoção da saúde e valorização da participação comunitária".

sexta-feira, 8 de maio de 2026

Misericórdia - Obra da Figueira assinala Maio mês de Maria com os já tradicionais arranjos florais dos andores!

Com a fundação das congregações marianas, no ano 1725, o costume se ampliou enormemente, difundindo-se por toda a Igreja. A motivação era para que em cada família se fizesse um altar em honra à Nossa Senhora e se rezasse a ela todos os dias do mês de maio. Há décadas que a Misericórdia Obra da Figueira se associa a esta iniciativa de afeto, carinho e amor a Nossa Senhora, enfeitando as imagens existentes nas diversas valências da Instituição.Este ano, a mentora dos arranjos florais dos andores coube a Olívia Rolo que, no Lar de Santo António, coadjuvada por Odete Reis e Sara Romão, deixaram a imagem de Nossa Senhora uma verdadeira maravilha.

Há vários séculos que a Igreja Católica dedica o mês de maio para honrar a Virgem Maria, mãe de Deus e nossa mãe. Esta ideia de ter um mês inteiramente dedicado a Maria remonta ainda aos tempos do Barroco e hoje as formas pelas quais Maria é honrada são tão variadas como as pessoas que a honram.

Maria, a mais humilde entre as mulheres, é não apenas o modelo para toda a mulher, mas para todos os cristãos, porque a Santíssima Virgem Maria é para sempre a Rainha do céu e da terra, e não há santidade sem Maria, porque toda ela leva a Cristo.

Mais, na época medieval abundaram costumes similares, tudo centrado na chegada do bom clima e o afastamento do inverno. O dia 1º de maio era considerado como o apogeu da primavera.

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Dez de Agosto e Junta de Freguesia S. Julião assinalam Mês do Coração com a primeira caminhada a ter início junto à Torre do Relógio

Caminhadas e palestras marcam Mês do Coração!

Durante os meses de maio e junho, a Sociedade Filarmónica Dez de Agosto em parceria com a Junta de Freguesia de S. Julião da Figueira da Foz, promovem um conjunto de atividades dedicadas à promoção da saúde e do bem-estar, assinalando o “Mês do Coração”. A iniciativa integra caminhadas temáticas e duas palestras.
O programa arranca no dia 9 de maio, com a primeira de três caminhadas, às 10 horas, junto à Torre do Relógio, celebrando a vida e obra de João de Barros. Assim, está prevista uma paragem junto ao monumento do Dr. João de Barros, na marginal, onde terá lugar uma tertúlia de memórias conduzida pelo Dr. Pedro Mota Curto, professor de História, antigo diretor de agrupamentos durante cerca de 30 anos e autor de várias obras publicadas.

Os percursos, acessíveis à comunidade, combinam atividade física, convívio e momentos culturais. A organização destaca que estas caminhadas pretendem incentivar hábitos de vida saudáveis, ao mesmo tempo que promovem a valorização do património local. A participação está aberta ao público, sendo recomendada a utilização de roupa confortável, nomeadamente t-shirt branca ou vermelha, calçado adequado e proteção solar.

No dia 30 de maio, pelas 17 horas, realizar-se-á na sede da coletividade a palestra “Cuidar hoje, viver melhor amanhã”, orientada pelo médico Paulo Ferreira. A sessão, moderada por Sansão Coelho, abordará temas ligados à prevenção e qualidade de vida, incluindo ainda uma reflexão sobre o voluntariado, assinalando os 50 anos desta prática.

O ciclo de atividades encerra a 6 de junho com uma caminhada especial, subordinada ao tema “Equilíbrio Vital: Os 5 Pilares da Saúde”, sob a responsabilidade de Margarida Amaral. A iniciativa inclui uma breve abordagem teórica, um percurso com momento de meditação e um almoço inspirado na dieta mediterrânica.

Com este programa, a Sociedade Filarmónica Dez de Agosto e a Junta de Freguesia de S. Julião da Figueira da Foz reforçam o seu compromisso com a promoção da saúde, incentivando a comunidade a adotar estilos de vida mais equilibrados e conscientes. As inscrições podem ser efetuadas diretamente na sede da coletividade e da Junta de Freguesia, bem como através dos contactos disponibilizados pela organização.

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Equipa de Intervenção Direta (EID) da Associação Fernão Mendes Pinto promoveu a atividade solidária “Corte Social”

Equipa de Intervenção Direta (EID) da Associação Fernão Mendes Pinto promoveu, no dia 28 de abril de 2026, uma atividade de carácter solidário intitulada “Corte Social”, em parceria com a Barbearia Peixoto localizada na Rua Fernandes Coelho nº 39, na Figueira da Foz.

Esta iniciativa teve como principal objetivo contribuir para o bem-estar e valorização pessoal dos utentes acompanhados pela equipa, proporcionando-lhes cuidados de higiene e imagem, fundamentais para a autoestima e inclusão social. No total, foram realizados quatro cortes de cabelo a utentes, num ambiente de proximidade, respeito e dignidade.

A atividade contou com a colaboração voluntária da Barbearia Peixoto, que se associou a esta causa social, demonstrando o papel importante que o tecido empresarial local pode desempenhar na promoção de ações solidárias junto da comunidade.

A Associação Fernão Mendes Pinto destaca a importância deste tipo de iniciativas, que, embora simples, têm um impacto significativo na vida dos beneficiários, reforçando laços sociais e promovendo a sua integração.

A EID agradece à Barbearia Peixoto pela disponibilidade e generosidade demonstradas, sublinhando que parcerias como esta são fundamentais para continuar a desenvolver respostas eficazes e humanizadas junto da população mais vulnerável.

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Escuteiros Marítimos da Figueira da Foz (CNE) comemoraram o seu 90º aniversário com diversas iniciativas


O Agrupamento 235 do Corpo Nacional de Escutas (CNE) - Escuteiros Marítimos da Figueira da Foz, comemorou, no passado fim de semana, o 90.º aniversário da sua filiação no CNE, que ocorreu a 05/04/1936, sendo então o Grupo XV do Corpo Nacional de Scouts. A efeméride foi assinalada com um conjunto de iniciativas que reuniram os elementos atuais, antigos escuteiros, famílias e entidades oficiais, num ambiente de grande emoção e espírito comunitário.
O ponto alto das comemorações teve lugar com a eucaristia solene, celebrada em campo, na Base Verde do agrupamento, em Quiaios, que contou com a presença do presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz doutor Pedro Santana Lopes, do representante da Junta de Freguesia de S. Julião, Paulo Pinto, e do Chefe Regional da Região de Coimbra do CNE, Nuno Castela Canilho. A celebração foi marcada por momentos simbólicos, recordando a história e o legado do agrupamento ao longo de nove décadas de serviço à comunidade e à formação integral de crianças e jovens.

Durante a cerimónia, foram evocadas várias gerações de escuteiros que contribuíram para o crescimento do agrupamento, destacando-se os valores do escutismo — como a solidariedade, o respeito e o compromisso cívico — que continuam a orientar a sua missão.

As comemorações incluíram também outras atividades, como um acampamento de agrupamento com os atuais elementos, de 24 a 26 de abril, na Base Verde, momentos de convívio entre várias gerações de escuteiros e uma exposição fotográfica.

A celebração dos 90 anos revelou-se, assim, não só uma ocasião de festa, mas também de reconhecimento pelo percurso realizado e de renovação do compromisso para o futuro.

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Alunos da Escola João de Barros participam em formações de "Escalada" e de “Primeiros Socorros e Suporte Básico de Vida”

Nesta quarta-feira os alunos das turmas 6.º1, 6.º4, 6.º7 e 6.º8 da Escola Básica João de Barros, acompanhados pelos professores Gabriela Coronel e João Furet, participaram numa visita ao Centro de Formação Desportiva do Desporto Escolar / Escalada localizado no Agrupamento de Escolas do Paião, no âmbito do programa Desporto Escolar – Escola Ativa.

Durante a formação os alunos tiveram a oportunidade de realizar diversas atividades de iniciação à escalada, contactando com uma modalidade desportiva diferente e desafiante. Esta experiência permitiu, igualmente, aos alunos o desenvolvimento de capacidades motoras, como também a promoção da concentração, do espírito de entreajuda, da responsabilidade e da autoconfiança. Ao longo das atividades, os participantes demonstraram elevado interesse, empenho e sentido de responsabilidade, contribuindo para o sucesso desta formação.

Esta iniciativa revelou-se, assim, bastante positiva, ao promover o desenvolvimento integral dos alunos e ao ir ao encontro da visão e missão do agrupamento, que aposta na qualidade educativa, na inovação pedagógica e na valorização de diferentes saberes.
Já entre os dias 2 de março e 23 de abril deu-se continuidade a um conjunto de ações de formação e sensibilização no âmbito do programa “DE Escola Ativa”, dirigido a alunos do 5.º ao 9.º ano de escolaridade da Escola Básica João de Barros.

A iniciativa incidiu na área dos Primeiros Socorros e Suporte Básico de Vida, tendo sido realizada em parceria com a Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação da Figueira da Foz – e com o PAPES – Programa de Apoio à Promoção e Educação para a Saúde.

No total, participaram 655 alunos que tiveram a oportunidade de adquirir conhecimentos essenciais para a identificação e avaliação de situações de emergência, bem como competências práticas para prestar assistência inicial às vítimas até à chegada de profissionais de saúde.

A professora responsável, Gabriela Coronel, e o elenco de professores que acompanharam estas ações, consideraram que a iniciativa se revelou um sucesso, tendo alcançado os objetivos propostos. Para além de capacitar os discentes para agir em contextos de emergência e contribuir para a prevenção do agravamento do estado de saúde das vítimas, a formação promoveu também o desenvolvimento integral dos alunos.

Estas ações estão alinhadas com a visão e missão do AEZUFF, que aposta na qualidade educativa, na inovação pedagógica, na promoção de uma cidadania global e ativa, bem como na inclusão, equidade e responsabilidade social.

É deixado, a terminar a nota que nos foi enviada, um agradecimento especial à Delegação da Cruz Vermelha Portuguesa da Figueira da Foz e a todos os socorristas envolvidos, pelo contributo essencial na dinamização destas ações formativas.

São Julião e Misericórdia Obra da Figueira reforçam solidariedade social

Depois da recente iniciativa "Jardim da Páscoa" da responsabilidade da Junta de Freguesia de S. Julião, na qual a Misericórdia - Obra da Figueira se fez representar, a exemplo de outras instituições, foi agora ocasião para o agradecimento e reconhecimento mútuo, tendo ambas as entidades reunido para esse efeito, mas também para abordar questões sociais na freguesia.

Num encontro realizado na Misericórdia - Obra da Figueira, Manuel Rascão Marques, presidente da Junta de Freguesia de S. Julião e António José Rolo, mesário da Misericórdia, analisaram algumas situações sociais mais prementes para que se possam reforçar parcerias já existentes e estabelecer novas pontes de entendimento solidários que possam melhorar algumas fragilidades na Freguesia.

Ambas as partes acordaram calendarizar algumas dessas prioridades e realizar um protocolo de entendimento, colaboração e apoio, sobretudo naquelas faixas de maior carência social.

quarta-feira, 22 de abril de 2026

A Escola de Samba Unidos do Mato Grosso celebra o 24º aniversário na Morraceira

A Escola de Samba Unidos do Mato Grosso celebra o seu 24º aniversário na próxima sexta-feira dia 24 de abril, a partir das 22h00, com um espetáculo que promete encher a noite de ritmo, cor e tradição.O evento contará com a participação de várias escolas de samba convidadas, nomeadamente Os Morenos, A Rainha, Amigos da Tijuca e Sócios da Mangueira, reunindo diferentes expressões do samba num ambiente de festa e convívio.

Um dos pontos altos da noite será a apresentação das passistas e das mirins da escola anfitriã, evidenciando o trabalho desenvolvido ao longo dos anos na promoção da cultura e na formação de novos talentos.

A iniciativa pretende assinalar mais um marco na história da Associação, reforçando o seu papel na dinamização cultural da comunidade.

A celebração decorrerá na sede social da Escola, na Morraceira, estando aberta ao público.

quinta-feira, 9 de abril de 2026

Sociedade Filarmónica Figueirense recebe animado Encontro de Bandas

No próximo sábado, dia 11 de abril, a Sociedade Filarmónica Figueirense convida todos os “amantes da arte sónica” para um animado Encontro de Bandas.

Para além da anfitriã Banda da Sociedade Filarmónica Figueirense, participam a Sociedade Filarmónica União Maçaense e a Banda de Santana da Sociedade Musical Santanense, que serão recebidas a partir das 15h00, junto à sede da Filarmónica Figueirense, onde cada uma executará o seu respetivo hino.

A partir das 15h30 será a vez de cada uma pisar o palco e efetuar o seu concerto, que terminará com a “Figueirense”.

Estas três bandas de música civis vão encher o dia de energia, emoção e boa disposição, um verdadeiro presente para a alma, para o espírito e o coração.

Convívio, reencontros entre amigos, partilha de conhecimentos e fortalecimento de amizades, tudo isto fará parte de mais um momento especial promovido pela Sociedade Filarmónica Figueirense.

(Texto enviado por Francisco M. Relva Pereira – Maestro da Banda de Santana)

segunda-feira, 6 de abril de 2026

Filarmónica Dez de Agosto cumpriu tradicão da “Queima do Judas”

A Filarmónica Dez de Agosto cumpriu, no passado sábado, a tradicional "Queima de Judas". Costume que a Figueira da Foz adotou e que faz parte das "brincadeiras" da Quaresma.

Chocolates e rebuçados, entre outros atrativos, foram mote para festejo no Largo S. João do Vale.Queima do Judas... e a tradição cumpriu-se!

A Queima do Judas Iscariotes lembra a morte do apóstolo traidor e acontece por tantos lados, mas também na Figueira da Foz, no Bairro do Vale. Iniciada por António Ribeiro "Picha", há largos anos, esta tradição repetida agora pela Sociedade Filarmónica Dez de Agosto, faz parte das "brincadeiras" da Quaresma. No Sábado Santo, ao meio-dia... chocolates e rebuçados, entre outros atrativos, sugavam a pequenada.

Agora, num tempo diferente, pretende-se mostrar e contagiar as novas gerações com este singelo hábito de brincar em tempo de Páscoa.

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Crianças do Jardim de Infância de Buarcos deram cor à sede da Dez de Agosto

As crianças do Jardim de Infância de Buarcos, pertencente ao Agrupamento de Escolas Figueira Mar, participaram numa iniciativa especial de valorização do património local, ao contribuírem para a decoração, alusiva à Páscoa, da sede da histórica Sociedade Filarmónica 10 de Agosto - coletividade fundada em 1880.

O projeto consistiu na elaboração de ovos decorativos em papel, pintados pelas crianças, que agora dão cor e alegria à fachada do edifício, na Rua das Rosas, 45.

“Esta iniciativa, integrada nas atividades educativas do jardim de infância, alia criatividade, expressão artística e envolvimento comunitário”, referiu Isabel Ferreira, coordenadora do estabelecimento escolar. 

“Mais do que o resultado final, destacou-se a participação ativa das crianças, que tiveram a oportunidade de contribuir para a valorização de um espaço emblemático da Figueira da Foz. Ao verem os seus trabalhos expostos num contexto real e acessível à comunidade, as crianças sentem que o seu esforço é reconhecido e apreciado para além do ambiente escolar”.
Este projeto foi desenvolvido pela equipa pedagógica e apresentado pela educadora Filomena Dias.

“A atividade promoveu ainda o desenvolvimento de valores fundamentais, como o sentido de responsabilidade, a inclusão e o reforço da ligação entre a escola e a comunidade envolvente. Desta forma, os mais pequenos, entre os três e os seis anos, tornam-se também agentes ativos na preservação e dinamização do património cultural local”, salientou.

“A iniciativa foi acolhida com entusiasmo pela comunidade, reforçando a importância da colaboração entre instituições educativas e culturais na construção de uma cidadania mais participativa e consciente”, referiu fonte da coletividade.

domingo, 29 de março de 2026

AlegreCanto da Assembleia Figueirense alegrou seniores em três lares do concelho!

Tentando levar um pouco de alegria aos nossos seniores, o AlegreCanto - Grupo de Música Tradicional Portuguesa da Assembleia Figueirense - esteve em três lares do nosso concelho. No dia 19 - Dia do Pai - cantou e encantou no Geriátrico Prof. Dr. Luís Viegas do Nascimento e no último dia 24 esteve, em jornada dupla, nos lares da Misericórdia Obra da Figueira - no Silva Soares e no Lar de Santo António. Foram tardes de festa para todos esses utentes que, acompanhando o Grupo em canções das suas juventudes, esqueceram, durante algum tempo, os seus problemas de saúde.Também os elementos do Grupo saíram felizes por levarem alegria a quem mais dela precisa.