“Constituição da República Portuguesa: 50 anos depois” - Tertúlia mais exposição promovidas pela Sociedade Filarmónica Dez de Agosto
A
Sociedade Filarmónica Dez de Agosto promove, na próxima
quarta-feira dia 8 de julho, pelas 18 horas, no Auditório Madalena
Azeredo Perdigão no edifício do Museu e Biblioteca, uma tertúlia
intitulada “Constituição da República Portuguesa – Cinquenta
Anos Depois”, uma iniciativa que assinala meio século sobre a Lei
Fundamental da democracia portuguesa.O
encontro pretende recordar o processo legislativo que se seguiu ao
25 de Abril de 1974, homenageando os três deputados figueirenses
que integraram a Assembleia Constituinte e participaram na
elaboração e aprovação da Constituição da República
Portuguesa, assinada a 2 de abril de 1976 por 250 deputados.
Participam
João António Martelo de Oliveira e Vítor Manuel Brás, que
testemunharão a experiência vivida durante os trabalhos
da Assembleia Constituinte e o significado histórico daquele
momento para a consolidação da democracia em Portugal. A sessão
evocará também, a título póstumo, Luís de Melo Biscaia.
Para
Eugénia Gaspar, presidente da coletividade que brevemente cumpre 146
anos, "lembramos ainda Henrique de Barros, então Presidente da
Assembleia Constituinte e filho do figueirense João de Barros".
Num
diálogo entre gerações, estarão também presentes os
alunos Margarida Carvalho, Matilde Subtil e Hugo Baeta, da Escola
Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, orientados pelo professor
Fernando Lopes.
Os
estudantes representaram recentemente o Círculo Eleitoral de Coimbra
na Sessão Nacional do Parlamento dos Jovens, realizada na Assembleia
da República.
O
enquadramento histórico será assegurado pelo professor Mota Curto,
que abordará o contexto político e social da época e a importância
da Constituição de 1976 na construção do regime democrático
português.
Com esta iniciativa, "a Sociedade Filarmónica
Dez de Agosto pretende contribuir para a reflexão sobre os
valores da democracia, da cidadania e da participação cívica,
promovendo o diálogo entre aqueles que viveram o processo
constituinte e as gerações mais jovens".
À
entrada do auditório estará patente uma exposição sobre este
tema.
A
moderação será de António Jorge Lé, diretor do jornal “O
Figueirense”.
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