quarta-feira, 2 de setembro de 2026

O Dia Nacional das Bandas Filarmónicas comemorou-se a 1 de setembro que é também dia de aniversário da Sociedade Musical Santanense que vai no 132º aniversário!

Comemorou-se a 1 de setembro mais um Dia Nacional das Bandas Filarmónicas, instituído pela Resolução do Conselho de Ministros nº 56/2013 de 14 de agosto, publicada no Diário da República de 27 de agosto de 2013.
Esta data representa um marco histórico no reconhecimento e valorização das bandas filarmónicas enquanto organizações musicais de enorme relevância cultural e social no nosso país.

Em 2013, o Governo reconheceu e valorizou a importância das bandas de música civis existentes em Portugal. Esta decisão constituiu uma verdadeira “chancela” institucional, enaltecendo o trabalho que estas coletividades vêm desenvolvendo há séculos e que, com dedicação, paixão e espírito de missão, desejam continuar a desenvolver no futuro.

Curiosamente, em Portugal, a Sociedade Musical Santanense, de Santana, na Figueira da Foz, assinala também nesta data o seu aniversário – este ano celebraram-se os seus 132 anos - celebrando-o com a devida pompa e circunstância. Uma feliz coincidência que reforça ainda mais o simbolismo deste dia.

Em nota que nos enviou, o maestro e compositor Francisco Manuel Relva Pereira escreve:

“-Por todos estes motivos, envio um abraço musicado a todos os músicos e musicistas, maestros, dirigentes, associados e a todos aqueles que, diariamente, mantêm viva a chama da filarmonia portuguesa, com a esperança de que nunca lhes falte a força, a paixão e a energia para continuar esse gosto pela arte das musas, acreditando que o futuro será melhor.

Assim, envio um enorme ÉFE-ÉRRE-Á a todas e a todos aqueles que continuam, no dia a dia, a ensinar, estudar, praticar, apoiar e a aplaudir a arte sónica, estendendo-se também aos Governos, às Câmaras e Juntas de Freguesias, Confederação Musical Portuguesas, Sociedade Histórica da Independência de Portugal, CODEM e tantas outras organizações, empresas, mecenas e amigos! Viva a Filarmonia Portuguesa!”

 

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